Tag Archive: YouTube


Após o lançamento do clipe “Bajo Otra Luz” com La Mala Rodriguez, Nelly Furtado consegui bater vários recordes essa semana. Um deles de ter alcançado a marca de 2 milhões de page views com esse clipe, terceiro single do álbum “Mi Plan”.

No clipe, ela troca de fantasia diversas vezes, e acho que em uma delas, ela se fantasia de Dorothy, a garotinha de O mágico de oz, bem pelo menos ela se parece bastante. Para ver o clipe, click aqui.

La Mala Rodriguez, Nelly Furtado e Julieta Venegas, que apesar de não aparecer no clipe, colaborou cantando o refrão e outras partes na música.

Anúncios

Born Free…(com sample de “ghost rider” de suicide) Tô meio chocada até agora com as imagens de Born Free, novo clipe da M.I.A., que sem dúvida achei muito pesado para o que ela tem feito agora. O clipe é realmente muito pesado, tem uma cena de sexo no começo, mas o que realmente espanta é a violência, muita, mais muita violência. O clipe já foi retirado do You Tube por que a política deles não permite conteúdo pornográfico ou violento. Não sei se é pelo lado rebelde dela de ter como pai um dos líderes dos Tigres da Libertação do Sri Lanka, ou simplesmente por querer mostrar os abusos da autoridade, que ela tenha feito um clipe tão brutal, com soldados atirando na cabeça de crianças e garotos sendo explodidos com minas, mas acho que ela deu uma exagerada, com certeza, mas acredito que esse tenha sido seu objetivo, chocar pela brutalidade. O clipe tem 9 minutos, é bem grande, e bem marcante, e tem como objetivo um manifesto político talvez, foi produzido por Romain Gavras, que produziu o clipe do J.U.S.T.I.C.E., “Stress“, igualmente comentado, por também trazer cenas de violêcia, e se prepara para lançar o filme “Redheads”, que aborda o mesmo tema de Born Free.

O clipe traz soldados, em uma missão militar, que estão pegando garotos ruivos, no começo eles estão procurando um garoto em um prédio e entram derrubando tudo até achá-lo, depois os levam a um lugar deserto, onde começam a matá-los. As cenas são meio fortes. As cenas são bem fortes. Dá para se perceber que o clipe aborda o tema da discriminação, só que as avessas, ao qual nesse caso é o homem branco ocidental que sofre como vítima. E então, será que M.I.A. foi longe demais?

Se você não aguenta ver cenas de violência, ou for menor de 18, é melhor não ver, bem, recado dado.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

E para terminar, vou deixar aqui esse trecho que diz tudo o que não consegui, mas quis dizer nesse post. Ele é da autoria de Alexandre Matias, Trabalho Sujo.

Sob um verniz quase didático de publicidade-choque Benetton há uma série de paralelos desagradáveis sobre o mundo que vivemos hoje em dia. Não é só o regime militar que maltrata a vida de gente por etnia nem uma Swat americana que faz às vezes de SS ao mesmo tempo que de exército israelense ou polícia de terceiro mundo, com crianças terroristas que poderiam ser palestinas, brasileiras ou irlandesas. É também uma tentativa de fazer a cultura pop voltar a ser crítica, política, militante – e desagradável. Em nove minutos Mia e Romain pulverizam a importância de “Telephone” de Lady Gaga, tornam todo o cinema político do século 21 obsoleto e destratam todo entretenimento cultural como coluna social.




Outros artistas também fazem sucesso no Youtube: Soulja Boy (Beyoncé por sinal dançou aquela música Superman, sei lá, em seu DVD), Rihanna, Jonas Brothers e Chris Brown, mas a Beyoncé foi quem liderou a parada.

Ela tem o vídeo mais visto com 34 milhões de visualizações, o feito é de “If I were a boy”, clipe que mostra Beyoncé trocando de rotina com seu namorado, um policial, esse clipe superou o seu que foi recentemente lançado “Single Ladies (Put a Ring On It)”, que teve 22 milhões de clicks, este traz Beyoncé dançando ao lado de mais duas garotas de maiô, esse vídeo recebeu uma paródia, ao qual ela sem saber acabou participando no “Saturday Night Live”, ao qual dois homens, um deles sendo o Justin Timberlake, fazem o papel das moças, esse vídeo pode ser encontrado aqui, quer dizer, nem sei mais devido as gravadoras terem rompido com o YouTube, alguns vídeos estão sendo removidos do acervo, e prejudicando a nós, claro.