Eu vi essa matéria há algum tempo atrás, mas não quis postá-la por falta da foto, ia ser, sei lá, meio sem graça, bem um artista plástico está expondo em Nova York uma estátua em tamanho real da cantora de rock britânica Amy Winehouse caída no chão em uma poça de sangue, com um tiro na cabeça, é isso aí que vocês leram mesmo, além dela estar passando por tudo o que está passando, os artistas já a dão por morta, sei lá, espero que isso não ocorra tão cedo.

 

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Ao fundo, há uma estátua em tamanho real do escritor americano William S. Burroughs com uma espingarda na mão.

A instalação é do artista plástico italiano Marco Perego e chama-se O único rock star bom é o rock star morto (que coisa horrível) . Está sendo vendida por cerca de US$ 100 mil e começou a ser exposta na semana passada na Half Gallery, de Nova York. (ah, e por falar em a venda, sabe aqueles brinquedos Lego, bem, eles fizeram uma série só com cantores, e óbvio que a Amy está lá, mas eles não vão vender, vê se pode)

O artista comenta que a obra é baseada no incidente com o Borroughs. Em 1951, o escritor da “Beat Generation”, que tem um envolvimento com drogas, matou supostamente por acidente a sua esposa, Joan Vollmer, com um tiro de espingarda na cabeça.

Em uma festa no México, Borroughs estaria tentando imitar a famosa cena da lenda medieval de Guilherme Tell, em que o arqueiro acerta com uma flecha uma maçã na cabeça de uma pessoa. (algo muito inteligente de se fazer)

Na obra do artista plástico italiano, há também uma máscara de Minnie Mouse ao lado do corpo caído de Amy, que, segundo ele, é uma referência a um vídeo do YouTube em que a cantora aparece brincando com um rato ao lado do músico e amigo Pete Doherty.

Perego afirma que a obra é uma “espécie de homenagem” a estrelas do rock como Amy Winehouse, que, para o artista, servem de “animais de sacrifício para sociedade” (não sei vocês, mas geralmente quando gostamos de algo, não queremos ve-la sucumbir, ou morrer). Amy, assim como Borroughs, é conhecida pelo uso de drogas e álcool.

Um porta-voz da cantora disse que a obra exposta em Nova York é “engraçada” (bem duplo sentido hein).

“É um tributo engraçado. A artista parece estar presa dentro de uma personagem de tablóide que não é a Amy verdadeira. As pessoas em geral usam a imagem dela para vender seus trabalhos”, disse o porta-voz ao jornal britânico The Times.